5 coisas que podemos aprender como Social Media

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As Redes Sociais vivem um momento único. Nunca elas foram tão relevantes, tão fortes e , porque não, tão monstruosas. A ponto de conseguirem impactar a vida de uma cidade, alterar o rumo de uma série, trazer de volta um produto ou até mesmo ditar como tal evento precisa acontecer. Por trás dessas grandes máquinas coletivas existem profissionais que cuidam, justamente, do que mais se consome nesses ambientes: conteúdo. Seja um meme, um editorial, uma matéria, uma publicação paga ou orgânica, elas só existem porque um(a) Social Media está atuando ali. E hoje, convido você para conhecer as 5 coisas que podemos aprender como Social Media.

Um ótimo recurso a se garantir engajamento genuíno é aliar o seu conteúdo com as coisas que estejam acontecendo no momento. Tal qual as marcas relacionadas ou não, que bebem da fama indireta de Game of Thrones para promoção da marca, por exemplo. O timing demonstra ao público que o conteúdo vem de uma marca que está antenada, e que compartilha dos mesmos gostos.

Em tempos tão polarizados é natural (e quase certo) de que, em algum momento, o conteúdo que você produza cairá nas redes do ódio gratuito. Segundo estudos recentes liberados pelas ferramentas empresariais do Facebook, marcas que lidam e encaram publicamente as críticas ou polêmicas possuem uma curva muito mais acentuada de conversão de intenção, em comparação à aquelas que tentam fingir que nada aconteceu ou as que simplesmente somem com esse tipo de comportamento. Lidar com comportamento insatisfeito é um trabalho hercúleo, que requer esforço coletivo e muito estudo social.

Depois que a cultura do meme se massificou, o sonho de consumo de toda marca é criar o seu próprio meme. Acreditem, humor “é coisa séria”. Por mais absurda que essa frase possa parecer. Temos inúmeros cases de produtos que, acharam que apostar em um meme sem pesquisa e gerado no calor de alguma bolha social iria bombar, mas a recíproca foi bem problemática. Geralmente tal erro acontece por um estudo de público insuficiente. Cada tipo de público restringe o raio de alcance dos memes. Estejam atento(as) a isso.

E quem não quer? Quem não gostaria de ver sua marca associada a uma frase ou um comportamento replicado a exaustão pela massa? Vírus (do latim vírus, “veneno” ou “toxina”) são pequenos agentes infecciosos que carregam consigo informações e estruturas que permitem uma duplicação animalesca, comprometendo qualquer ser que entre em contato com tal material, assim como acontecem com os conteúdos virais. O problema não está em viralizar um conteúdo, desde que isso se faça de maneira orgânica. Forçar um viral ou achar que tal conteúdo irá alavancar esse status sem estratégia ou acompanhamento pode causar danos, muitas vezes irreparáveis, para a imagem.

Em muitas vezes, e acredite isso acontece mesmo, o público irá atacar a sua publicação de alguma forma. Imagine quantas interpretações diferentes as pessoas podem fazer do seu conteúdo (por mais cognitivamente restrito que ela seja), alguém sempre vai achar uma brecha e aplicar isso em algum tipo de ataque. Em hipótese alguma, não tente revidar na intenção de defender a pureza da imagem da sua marca. Uma das coisas mais negativas que podem acontecer é a “bateção de boca” entre uma marca e uma pessoa, ou um grupo delas.

No fim das contas redes sociais são pessoas. Elas transformam esse ambiente em coisas maravilhosas e terríveis, separada e coletivamente. A regra de ouro para trabalhar com mídias sociais está sim bioticamente relacionada a nunca se acomodar. Esteja sempre atento(a), leia tudo o que for relevante e principalmente: esteja com os dois olhos em cima das mudanças nos algoritmos sociais que o Facebook aplica constantemente. O que se sabe agora sobre como funciona o sistema pode se tornar obsoleto daqui a semanas, ou meses. E aí, gostou dessas dicas? Use os comentários dessa publicação para dizer o que ficou faltando.

Fonte: Conteúdo Original | Imagens: Google Imagens (Creative Commons).